
-
Trump apresenta primeiro visto 'gold card' de US$ 5 milhões
-
Bombardeio de Israel mata comandante do Hamas no Líbano
-
Bolsas prosseguem em queda após anúncio de tarifas de Trump
-
Tribunal Constitucional da Coreia do Sul confirma impeachment do presidente Yoon
-
Ataques russos deixam quatro mortos na Ucrânia
-
Flamengo vence Deportivo Táchira (1-0) em estreia na Libertadores
-
Ataques russos deixam três mortos na Ucrânia
-
STF flexibiliza normas contra letalidade policial em favelas do Rio
-
Bahia e Internacional empatam (1-1) na primeira rodada da Libertadores
-
Enviado de Putin busca cooperação dos EUA em conversa histórica em Washington
-
Palmeiras sofre, mas vence Sporting Cristal (3-2) em estreia na Libertadores
-
Acnudh denuncia possível 'crime de guerra' israelense por morte de 15 socorristas em Gaza
-
Modelo original de "E.T.: O Extraterrestre" fica sem comprador em leilão
-
Bruce Springsteen vai lançar sete álbuns com músicas inéditas em junho
-
Fluminense anuncia contratação de Renato Gaúcho
-
Chelsea vence Tottenham e recupera 4ª posição no Inglês
-
ONU lança movimento para pôr fim às guerras
-
Barcelona recebe sinal verde para ter Dani Olmo até o final da temporada
-
Tom Cruise presta homenagem ao 'querido amigo' Val Kilmer
-
Gabriel Magalhães terá que passar por cirurgia e está fora do resto da temporada
-
'Tenho fé absoluta na equipe', diz Hamilton sobre a Ferrari
-
Israel lança novos bombardeios na Síria, apesar de advertências da ONU
-
Senadores dos EUA tentam limitar poder tarifário de Trump
-
Cálculos comerciais de Trump deixam economistas desconcertados
-
Maradona por vezes 'resistia' a receber atendimento médico, diz uma de suas irmãs
-
Stellantis suspende parcialmente sua produção em Canadá e México
-
Guerra comercial de Trump pode reavivar risco de inflação, alerta BCE
-
Bolsas, petróleo e dólar operam em queda após ofensiva comercial dos EUA
-
Asteroide que ameaçava atingir a Terra agora pode impactar a Lua
-
Bayer é acionada na Justiça francesa por suposto vínculo de glifosato com malformações
-
Universidade britânica fará exposição de obra roubada e recuperada de Shakespeare
-
Pelo menos 16 mortos em dois naufrágios entre Grécia e Turquia
-
Lula promete defender o Brasil das tarifas de Trump
-
Parceiros comerciais dos EUA pedem diálogo após ofensiva protecionista de Trump
-
Enviado especial de Putin para a cooperação econômica viaja para os EUA
-
Bolsas operam em queda após ofensiva comercial dos EUA
-
Americano é preso na Índia por desembarcar em ilha onde vive comunidade nativa isolada
-
IA poderia impactar 40% dos empregos em todo o mundo, segundo a ONU
-
Professor soterrado por terremoto em Mianmar bebeu urina para sobreviver
-
Americano de origem latina doa obra 'extraordinária' ao Tate Modern
-
Promotoria mantém pedido de prisão para técnico do Real Madrid por fraude
-
Bangcoc recebe chefe da junta de Mianmar para cúpula regional após terremoto
-
'Quanto dos sonhos de uma mulher são realmente seus?', reflete a escritora Chimamanda Ngozi Adichie
-
Crianças de Gaza expostas ao perigo das munições que não explodiram
-
Síria acusa Israel de campanha de desestabilização
-
Hungria se retira do TPI coincidindo com visita de Netanyahu
-
Rubio afirma que EUA permanecerá na Otan, mas pede que países aumentem gastos em defesa
-
Start-up tunisiana transforma bagaço de azeitona em energia
-
UE promete responder às tarifas dos EUA, mas deixa mão estendida para negociar
-
Síria acusa Israel de querer 'desestabilizá-la' após ataques mortais

UE apresenta plano de apoio à indústria automotiva
A União Europeia (UE) apresentou, nesta quarta-feira (5), seu plano para apoiar a recuperação da indústria automotiva, um setor crucial da economia do bloco que enfrenta um "risco de morte" devido à concorrência da China e ao fantasma de uma guerra comercial com os Estados Unidos.
O setor automotivo é tradicionalmente visto como a joia da coroa da indústria europeia. O segmento emprega quase 14 milhões de pessoas direta ou indiretamente e representa quase 7% do PIB de toda a UE.
Porém, o setor enfrenta a realidade de fechamento de fábricas e a perspectiva real de uma guerra comercial com os Estados Unidos, o que levou a UE a anunciar o auxílio.
Em uma entrevista à AFP, o comissário europeu de Estratégia Industrial, o francês Stéphane Séjourné, afirmou que o setor enfrenta um "risco de morte".
Diante do cenário, a UE apresentou um conjunto de medidas que inclui a flexibilização este ano das normas que punem as montadoras pelo nível de emissões poluentes.
Com a regulamentação em vigor, a partir deste ano a UE deve reduzir o nível de emissões que os veículos novos vendidos no bloco podem produzir.
A norma determina que as montadoras devem pagar multas caso as emissões fiquem acima do limite permitido.
Para enfrentar as multas elevadas previstas, várias empresas formaram conglomerados com montadoras menos poluentes para compartilhar seus programas, como Stellantis, Ford e Toyota com a Tesla.
Mas os fabricantes que chegaram tarde aos objetivos de eletrificação de 2025 terão mais tempo de adaptação.
- "Abordagem pragmática" -
Em um comunicado, a Comissão anunciou que "proporá ainda este mês uma emenda à regulamentação dos parâmetros de CO2 para automóveis e vans".
A emenda "permitiria aos fabricantes de automóveis alcançar seus objetivos de conformidade, ao estabelecer a média de seu desempenho durante um período de três anos", de 2025 a 2027.
A UE também pretende estimular a demanda de automóveis elétricos com uma aceleração de sua incorporação às frotas empresariais e o apoio à fabricação local de baterias.
Para que a indústria seja "mais resistente à concorrência feroz do exterior (...) a Comissão garantirá uma disputa justa com o uso de instrumentos de defesa comercial".
Entre as medidas, o bloco menciona a "norma para contrabalançar os subsídios e ajudas estatais, que estão no centro das tensões com montadoras chinesas, em particular fabricantes de veículos elétricos".
Em uma nota, o comissário europeu de Transporte Sustentável, Apostolos Tzitzikostas, destacou que com o plano "estamos dando passos decisivos para fortalecer a base industrial da Europa".
A presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, indicou que a UE "promove a produção nacional para evitar dependências estratégicas, especialmente na produção de baterias".
O bloco mantém os objetivos em termos de emissões, acrescentou Von der Leyen, "mas com uma abordagem pragmática e flexível".
"Nosso objetivo comum é uma indústria automotiva sustentável, competitiva e inovadora, que beneficie nossos cidadãos, nossa economia e nosso meio ambiente", disse.
Von der Leyen manteve "conversações estratégicas" com representantes da indústria para discutir soluções para a crise.
N.Mitchell--AT