
-
Senadores dos EUA tentam limitar poder tarifário de Trump
-
Cálculos comerciais de Trump deixam economistas desconcertados
-
Maradona por vezes 'resistia' a receber atendimento médico, diz uma de suas irmãs
-
Stellantis suspende parcialmente sua produção em Canadá e México
-
Guerra comercial de Trump pode reavivar risco de inflação, alerta BCE
-
Bolsas, petróleo e dólar operam em queda após ofensiva comercial dos EUA
-
Asteroide que ameaçava atingir a Terra agora pode impactar a Lua
-
Bayer é acionada na Justiça francesa por suposto vínculo de glifosato com malformações
-
Universidade britânica fará exposição de obra roubada e recuperada de Shakespeare
-
Pelo menos 16 mortos em dois naufrágios entre Grécia e Turquia
-
Lula promete defender o Brasil das tarifas de Trump
-
Parceiros comerciais dos EUA pedem diálogo após ofensiva protecionista de Trump
-
Enviado especial de Putin para a cooperação econômica viaja para os EUA
-
Bolsas operam em queda após ofensiva comercial dos EUA
-
Americano é preso na Índia por desembarcar em ilha onde vive comunidade nativa isolada
-
IA poderia impactar 40% dos empregos em todo o mundo, segundo a ONU
-
Professor soterrado por terremoto em Mianmar bebeu urina para sobreviver
-
Americano de origem latina doa obra 'extraordinária' ao Tate Modern
-
Promotoria mantém pedido de prisão para técnico do Real Madrid por fraude
-
Bangcoc recebe chefe da junta de Mianmar para cúpula regional após terremoto
-
'Quanto dos sonhos de uma mulher são realmente seus?', reflete a escritora Chimamanda Ngozi Adichie
-
Crianças de Gaza expostas ao perigo das munições que não explodiram
-
Síria acusa Israel de campanha de desestabilização
-
Hungria se retira do TPI coincidindo com visita de Netanyahu
-
Rubio afirma que EUA permanecerá na Otan, mas pede que países aumentem gastos em defesa
-
Start-up tunisiana transforma bagaço de azeitona em energia
-
UE promete responder às tarifas dos EUA, mas deixa mão estendida para negociar
-
Síria acusa Israel de querer 'desestabilizá-la' após ataques mortais
-
Especialistas da ONU acusam 54 autoridades da Nicarágua de graves 'crimes' contra os direitos humanos
-
Trump declara guerra comercial e deixa a economia mundial em cenário de incerteza
-
Copa do Mundo feminina deve ser disputada nos EUA em 2031 e no Reino Unido em 2035, diz Infantino
-
Bolsas operam em queda após ofensiva comercial de Trump
-
Autoridades encontram restos mortais da 30ª vítima dos incêndios em Los Angeles
-
Número de mortos no terremoto em Mianmar supera 3.000
-
Botafogo perde para Universidad de Chile (1-0) em sua estreia na Libertadores
-
Trump mira em China e Europa em sua guerra tarifária mundial
-
As principais frases do anúncio tarifário de Trump
-
'Dia da Libertação': uma avalanche de novas tarifas sobre bens que entram nos EUA
-
Rubio viaja à Europa enquanto aumentam as tensões transatlânticas
-
Palmeiras busca contra o Sporting Cristal reafirmar seu favoritismo na Libertadores
-
Mundo reage às novas tarifas de Trump
-
Câmara dos Deputados aprova projeto de retaliação tarifária em resposta a Trump
-
Premier do Canadá promete medidas em resposta a tarifas de Trump
-
Trump impõe tarifas mínimas de 10% e atinge Europa e Ásia com taxas massivas
-
Trump anula isenção de tarifas para pequenos pacotes enviados da China
-
Amazon vai lançar primeiros satélites para concorrer com Starlink
-
Trump atinge Europa e Ásia com tarifas massivas, 10% para boa parte da América Latina
-
Barça vence Atlético (1-0) e vai enfrentar Real Madrid na final da Copa do Rei
-
Mourinho belisca nariz do treinador do Galatasaray após clássico na Turquia
-
Liverpool vence Everton em clássico e mantém folga na liderança do Inglês

Biden e republicanos travam queda de braço sobre teto da dívida nos EUA
O aumento do limite de endividamento dos Estados Unidos pelo Congresso "não é negociável", afirmou o presidente americano, Joe Biden, nesta quarta-feira (26), que teve como resposta dos republicanos que controlam a Câmara dos Representantes a aprovação de um projeto de lei que vincula esta medida a um corte de gastos públicos.
Embora o projeto de lei não tenha qualquer chance de aprovação no Senado, onde o Partido Democrata é maioria, trata-se de uma nova escalada em uma queda de braço acompanhada de perto pelo mundo das finanças, já que um calote (default) inédito dos Estados Unidos teria consequências de dimensões difíceis de prever.
Ficaria "feliz em me reunir com [o presidente da Câmara de Representantes, Kevin] McCarthy, mas não para falar sobre o aumento ou não do teto da dívida. Isso não é negociável", afirmou Biden em uma coletiva de imprensa conjunta na Casa Branca com o presidente sul-coreano, Yoon Suk Yeol.
Nos Estados Unidos, cabe ao Congresso aumentar periodicamente o teto autorizado de endividamento do país para não deixar a maior economia do mundo inadimplente.
A Casa Branca pediu aos republicanos para não vincularem o orçamento ao processo de aumento do teto da dívida, que costuma confrontar os dois partidos no Congresso.
Em janeiro, os Estados Unidos alcançaram seu limite de endividamento, de 31,4 trilhões de dólares (cerca de R$ 159 trilhões na cotação da época), levando o Tesouro a adotar medidas.
Os Estados Unidos correm o risco de descumprir suas obrigações de dívida a partir julho se o Legislativo não decidir por aumentar o limite de endividamento federal, destacou, em meados de fevereiro, o Escritório de Orçamento do Congresso (CBO, na sigla em inglês).
Desde a Presidência de Barack Obama, este procedimento, que antes era uma formalidade, costuma virar uma queda de braço política com os republicanos, embora sempre se consiga chegar a um acordo.
Um default provocaria "uma catástrofe econômica e financeira", advertiu a secretária do Tesouro, Janet Yellen.
- Contexto eleitoral -
Além das finanças públicas no curto prazo, as eleições presidenciais de 2024 surgem no horizonte, com Biden já candidato declarado à reeleição.
McCarthy, por sua vez, busca confirmar sua autoridade entre os republicanos com uma ideia que tem consenso em seu partido: forçar o governo Biden a adotar o remédio da austeridade.
Seu plano prevê um corte de 4,5 trilhões de dólares (cerca de R$ 23 trilhões na cotação atual) dos gastos estimados no prazo de dez anos, com exceção dos militares, em troca de um aumento da capacidade de endividamento de 1,5 trilhão de dólares (R$ 7,5 trilhões).
Por sua solvência, a dívida americana é um refúgio para o setor financeiro mundial.
Desde os anos 1960, o Congresso votou quase 80 vezes este tipo de medida para aumentar a capacidade de endividamento do país.
A.Anderson--AT