
-
Luis Enrique quer PSG invicto no Francês até o final da temporada
-
Trump não minou compromisso de defesa coletiva na Otan, diz seu chefe à AFP
-
Luis Enrique quer PSG invicto no Francês 1 até o final da temporada
-
Bolsas e petróleo continuam em queda após China anunciar novas tarifas contra EUA
-
Uefa multa Mbappé, Ceballos e Rüdiger por 'comportamento indecente'
-
Martinelli diz que sair da embaixada da Nicarágua no Panamá era uma 'armadilha vil'
-
Mbappé ganha estátua no museu de cera Madame Tussauds de Londres
-
'Acho que o Barcelona tem muito respeito pelo Real Madrid', diz Ancelotti
-
De Bruyne deixará Manchester City ao final da temporada
-
Comunidade corre contra o tempo para salvar macacos cercados por desmatamento e usina no Brasil
-
Cuba aposta na energia solar para tentar sair da crise energética
-
'Já explodi sua escola': extorsão aterroriza escolas peruanas
-
Exército israelense inicia nova ofensiva terrestre na Cidade de Gaza
-
Atletas muçulmanas temem proibição do véu em competições na França
-
China anuncia tarifas recíprocas aos Estados Unidos e agrava crise dos mercados
-
Rato no Camboja estabelece recorde de detecção de minas
-
Papa Francisco está melhor e Vaticano sugere possibilidade de aparição pública no domingo
-
Cientistas realizam necrópsia em Yana, uma filhote de mamute de 130.000 anos
-
Milei disse que mudará a legislação argentina para amenizar tarifas de Trump
-
Trump apresenta primeiro visto 'gold card' de US$ 5 milhões
-
Bombardeio de Israel mata comandante do Hamas no Líbano
-
Bolsas prosseguem em queda após anúncio de tarifas de Trump
-
Tribunal Constitucional da Coreia do Sul confirma impeachment do presidente Yoon
-
Ataques russos deixam quatro mortos na Ucrânia
-
Flamengo vence Deportivo Táchira (1-0) em estreia na Libertadores
-
Ataques russos deixam três mortos na Ucrânia
-
STF flexibiliza normas contra letalidade policial em favelas do Rio
-
Bahia e Internacional empatam (1-1) na primeira rodada da Libertadores
-
Enviado de Putin busca cooperação dos EUA em conversa histórica em Washington
-
Palmeiras sofre, mas vence Sporting Cristal (3-2) em estreia na Libertadores
-
Acnudh denuncia possível 'crime de guerra' israelense por morte de 15 socorristas em Gaza
-
Modelo original de "E.T.: O Extraterrestre" fica sem comprador em leilão
-
Bruce Springsteen vai lançar sete álbuns com músicas inéditas em junho
-
Fluminense anuncia contratação de Renato Gaúcho
-
Chelsea vence Tottenham e recupera 4ª posição no Inglês
-
ONU lança movimento para pôr fim às guerras
-
Barcelona recebe sinal verde para ter Dani Olmo até o final da temporada
-
Tom Cruise presta homenagem ao 'querido amigo' Val Kilmer
-
Gabriel Magalhães terá que passar por cirurgia e está fora do resto da temporada
-
'Tenho fé absoluta na equipe', diz Hamilton sobre a Ferrari
-
Israel lança novos bombardeios na Síria, apesar de advertências da ONU
-
Senadores dos EUA tentam limitar poder tarifário de Trump
-
Cálculos comerciais de Trump deixam economistas desconcertados
-
Maradona por vezes 'resistia' a receber atendimento médico, diz uma de suas irmãs
-
Stellantis suspende parcialmente sua produção em Canadá e México
-
Guerra comercial de Trump pode reavivar risco de inflação, alerta BCE
-
Bolsas, petróleo e dólar operam em queda após ofensiva comercial dos EUA
-
Asteroide que ameaçava atingir a Terra agora pode impactar a Lua
-
Bayer é acionada na Justiça francesa por suposto vínculo de glifosato com malformações
-
Universidade britânica fará exposição de obra roubada e recuperada de Shakespeare

Habitantes de Gaza denunciam um ano 'cheio de sofrimento' desde 7 de outubro
Foi um ano "cheio de sofrimento". Entre as ruínas, os moradores de Gaza expressam sua desolação um ano após o ataque sem precedentes do movimento islamista Hamas em Israel, que desencadeou uma guerra sangrenta no devastado território palestino.
As forças israelenses bombardearam novamente a Faixa de Gaza nesta segunda-feira (7), coincidindo com o aniversário de um ano do ataque do Hamas em 7 de outubro do ano passado.
"Parecia o primeiro dia de guerra de novo", disse Khaled al-Hawajri, de 46 anos, que afirmou ter sido deslocado dez vezes desde o início do conflito.
"Ontem à noite ficamos aterrorizados com bombardeios de quadricópteros e projéteis disparados por tanques", continuou. "Não há lugar seguro em toda a Faixa", lamentou este pai de família do norte do território sitiado, governado pelo Hamas desde 2007.
A Cidade de Gaza estava irreconhecível nesta segunda-feira, devastada por contínuos bombardeios e combates entre as forças israelenses e os milicianos do Hamas. Entre prédios destruídos ou sem fachada, alguns moradores caminhavam por estradas de terra, com montes de entulhos dos dois lados da rua.
O tráfego é quase inexistente na cidade devido à escassez de combustível. A maioria dos moradores anda a pé, de bicicleta ou se locomove com a ajuda de carroças puxadas por burros.
De acordo com as Nações Unidas, 92% das ruas de Gaza e mais de 84% das suas instalações de saúde foram danificadas ou destruídas na guerra. Mas não são as únicas coisas que faltam.
"Não há eletricidade, nem produtos derivados de petróleo. Não há sequer lenha. A comida é quase inexistente", denunciou Hussam Mansur, de 64 anos.
Em 9 de outubro de 2023, dois dias depois de lançar sua ofensiva implacável em Gaza em resposta ao ataque do Hamas, Israel impôs um cerco "completo" a este território de 360 km2, onde sobrevivem 2,4 milhões de habitantes.
- "Doença, fome, perigo e perdas" -
Mansur e os seus filhos foram deslocados, assim como a maioria da população. Segundo a ONU, quase 90% dos habitantes de Gaza tiveram que fugir pelo menos uma vez desde o início da guerra.
O apartamento de Mansur foi destruído em um bombardeio. Quando caminha pelas ruas, admite que nem as reconhece mais. Assim como Hawajri, ele enfrenta dificuldades há mais de um ano e, por enquanto, não há sinais de trégua.
O fato de Israel ter deslocado "o centro de gravidade" de suas operações para o norte do seu território, onde luta contra o movimento libanês Hezbollah, aliado do Hamas, não mudou o clima em Gaza.
"A noite passada foi uma das mais difíceis da guerra, como se a guerra tivesse acabado de começar!", concordou Muhammad al Muqayyid, um homem deslocado de 46 anos, no acampamento de refugiados de Jabaliya, no norte de Gaza.
"Nunca imaginei que a guerra duraria tanto tempo", admitiu. "Um ano se passou e vimos todo tipo de sofrimento: doenças, fome, perigo e perdas".
O conflito começou em 7 de outubro de 2023, quando milicianos do Hamas invadiram o sul de Israel e mataram 1.205 pessoas, a maioria civis, segundo um cálculo da AFP baseado em números oficiais israelenses.
Os islamistas também capturaram 251 pessoas, das quais 97 permanecem cativas em Gaza e 34 delas teriam morrido, segundo o Exército de Israel.
Em resposta, Israel lançou uma ofensiva implacável em Gaza, onde já morreram pelo menos 41.909 pessoas, a maioria civis, segundo o Ministério da Saúde do território, cujos dados são considerados confiáveis pela ONU.
Um ano depois, Israel ainda não alcançou seu principal objetivo: o retorno de todos os reféns capturados em 7 de outubro.
O Exército israelense continua lançando bombardeios e lutando no território, com o objetivo de recuperar os cativos e destruir o grupo islamista, classificado como organização "terrorista" por Estados Unidos, União Europeia e Israel.
O Hamas também continua sua luta. As brigadas Ezedin al Qassam, seu braço armado, afirmaram nesta segunda-feira que lançaram uma série de foguetes contra a cidade israelense de Tel Aviv.
A.Taylor--AT